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terça-feira, 25 de junho de 2019

Biomas



Distribuição dos biomas no Brasil
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Chamamos de bioma o conjunto de ecossistemas terrestres com vegetação característica e fisionomia típica, onde há a predominância de certo tipo de clima. Um bioma pode estar presente em mais de uma região no planeta, como é o caso da floresta tropical, que encontramos em parte da América do Sul, em regiões da África e da Ásia. Todos os biomas têm fatores básicos que determinam sua paisagem, e entre eles estão a intensidade da luz e o regime de chuvas, condições obrigatórias para a fotossíntese.
A intensidade de luz é importante porque nos biomas terrestres que recebem mais luz as formas de vida conseguem se desenvolver melhor, abrigando uma maior diversidade de espécies vegetais e animais. Associado à intensidade da luz está o regime de chuvas, que depende de vários fatores, como ventos, topografia, taxa de vapor de água, entre outros. Locais com chuvas abundantes apresentam florestas tropicais exuberantes.
Em nosso país encontramos diversos biomas. Se considerarmos a área que cada bioma ocupa e a biodiversidadeexistente nele, podemos citar os mais importantes: floresta amazônica, floresta atlântica, campos sulinos, cerrado, caatinga, pantanal mato-grossense e biomas costeiros.
A atividade proposta tem como objetivo reconhecer cada bioma brasileiro, descobrindo o que os ameaça e quais fragilidades. Através de mapas políticos e geográficos do Brasil e também dos estados, revistas que contenham imagens de vegetação; livros de geografia; livros sobre plantas e outros. Desta forma será possível identificar cada bioma e entender as características de cada um deles. É interessante que ao fazer essa caracterização comprender quais são os problemas que cada bioma vem enfrentando e explique que a preservação de sua flora e fauna (como áreas da floresta amazônica sendo transformadas em pastos, etc.) está em risco. 


Por Maria Alves 
Graduada em Biologia


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Descoberta do antibiótico

A descoberta da penicilina, em 1928, foi um fator decisivo para o desenvolvimento de fármacos com a capacidade de exterminar bactérias. Tal substância é considerada uma das maiores e melhores descobertas da área médica dos últimos cem anos, e foi essencial no tratamento de feridos da 2ª Guerra Mundial, reduzindo um número significativo de mortes. Infelizmente, seu uso descontrolado fez com que, por exemplo, 50% das linhagens da Staphylococcus aureusapresentasse resistência a este fármaco, somente sete anos após a introdução do medicamento no mercado. Outros medicamentos foram adotados para o combate desta espécie e, pelos mesmos motivos, sua eficácia tem diminuído.
A resistência bacteriana a antibióticos ocorre, em muitos casos, porque seu uso, desconsiderando a dose e a frequência ideal, pode provocar a seleção artificial destes organismos, eliminando aqueles mais frágeis e/ou sem resistência natural ao fármaco. Como bactérias se reproduzem com uma rapidez incrível, em pouco tempo podemos ter novas linhagens, mais resistentes, tornando o antibiótico ineficaz e, em alguns casos, até obsoleto. Na verdade, a resistência é um evento que ocorre naturalmente, mas tal fator, assim como a prescrição médica desnecessária (muitas vezes focada na profilaxia), o uso indiscriminado de antibióticos na criação de gados, ou mesmo utilização de sabonetes e produtos de limpeza com agentes bactericidas, podem ser fatores que propiciam o aceleramento deste processo. A verdade é que fazemos parte de uma sociedade consumista e imediatista, e que tende a associar, não raras vezes, a cura à compra e uso de remédios, às vezes feito de forma inadequada.
A França recebeu, em 2002, o título de maior consumidor de antibióticos da Europa. Não satisfeita com isso, investiu em um trabalho que envolvia a comunicação com os médicos, e reeducação da sociedade quanto ao tema, apresentando resultados muito positivos.
No Brasil, em 2006, foi criada a Rede RM, coordenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, com o intuito de monitorar organismos causadores de infecções, traçando um perfil de resistência dos mesmos. Em 2010 foi determinado pela Anvisa que, a partir do dia 28 de novembro, antibióticos só podem ser vendidos em farmácias mediante a entrega da receita de controle especial, com validade de dez dias, ficando uma via retida no estabelecimento. Além disso, as empresas receberam o prazo de 180 dias para adicionarem, nas caixas e bulas dos remédios, a frase: “Venda sob prescrição médica - só pode ser vendido com retenção da receita”; e tais receitas deverão ter suas movimentações registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).
É  extremamente importante de se ter cautela com os remédios e o real sentido destas novas exigências é uma boa forma de permitir com que assumam uma postura diferente em relação a este fato, podendo também orientar outras pessoas, como amigos e familiares. 
Por Maria Alves 
Graduada em Biologia

Álcool , bem ou mal?

Tratar sobre características do álcool é muito importante para incentivar crianças e jovens a não iniciar um vício que muitas vezes veem em casa com os pais e outros familiares, além de alguns colegas. Mas pesquisas comprovam que também há benefícios quando não há exagero. 

Esses benefícios são para pessoas que não estão grávidas e que não possuem diabetes nem doenças relacionadas ao coração. Por exemplo, uma taça de vinho auxilia o fígado a não depositar gorduras. Além disso, há minimização do risco de artrite reumatoide, protege contra inflamações, tem ação vasodilatadora e há estudos que investigam a proteção cardiovascular. Discutir sobre os benefícios é muito importante para que os estudantes entendam como ocorrem as pesquisas científicas e possam entender melhor os processos biológicos.
Mas é muito importante salientar também os malefícios do álcool, pois além de ser um problema social, é uma droga facilmente aceita e vendida que é capaz de alterar a saúde física e psíquica de uma pessoa. Pesquisas efetuadas afirmam que nos casos de homicídio, agressão, estupro, atentado ao pudor e violência doméstica o agressor e/ou vítima beberam. E também é importante salientar aos estudantes os inúmeros casos de acidentes fatais no trânsito, originando vítimas, inclusive inocentes.
Outros malefícios envolvem cirrose hepática, dependência alcoólica, gastrite, diabetes, doenças cerebrovasculares, sonolência, agressividade, alteração de equilíbrio e memória, vômitos, convulsões, dentre muitos outros. 
A sugestão para a moderação do álcool envolve então sensibilização  sobre como o álcool em excesso causa danos à saúde, às famílias e à sociedade. Entender também que os prejuízos são a curto e a longo prazo. Questionar quem já perdeu parentes em virtude do álcool é uma maneira de fazer com que eles percebam o quanto esse problema está mais próximo do que parece. Ao final, é  interessante que reflitam pessoas de seu convívio, questionando sobre se consomem ou não álcool, se essas pessoas já sofreram acidentes em razão do álcool e efetuar um cálculo estatístico para posterior discussão. 
Não deve ser descartada a possibilidade da causa do início  do uso do álcool.


Por Maria Alves 
Graduada em Biologia 

Mecanismos de adaptação dos animais


As adaptações dos seres vivos não ocorrem por acaso e muito menos ocorreram de uma hora para outra. Ao longo do processo evolutivo, alguns organismos sofreram transformações que lhes possibilitaram maiores chances de sobrevivência no meio ambiente, ajustando-se morfologicamente e fisiologicamente ao ecossistema em que vivem.
A essas transformações, selecionadas pelo meio e ocasionadas por mutações, denominamos adaptação, relacionadas ao mecanismo de defesa, reprodução, locomoção, alimentação e condições climatológicas desfavoráveis.

CARACTERÍSTICAS SUGERIDAS PARA O ESTUDO

Defesa: 
Camuflagem ou mimetismo (répteis);
Produção de veneno (serpentes, aracnídeos).

Alimentação:
Formato do bico (arara, beija-flor, colhereiro);
Formato e disposição dos dentes (herbívoros / girafa, carnívoros / leão);

Formato da língua (tamanduá).

Reprodução: 
Desenvolvimento incompleto com estágio larval (anfíbios / girino)
Desenvolvimento exclusivamente dentro de ovo (ovíparos / aves);
Desenvolvimento parcialmente dentro de ovo e no interior do organismo materno (ovovivíparos / peixes);
Desenvolvimento exclusivamente no interior do organismo materno (mamíferos placentários / homem);

Ambiente:
Terrestre e arbóreo (aparelho locomotor quadrúpede e bípede, a cauda dos primatas);
Aquático (nadadeira de cauda das lontras);
Aéreo (asas do morcego).

OBJETIVO

Reconhecer as adaptações de alguns seres vivos e relacione essas adaptações à sobrevivência dos mesmos no meio ambiente.
Por Maria Alves 
Graduado em Biologia


A IMPORTÂNCIA DA CONSERVAÇÃO DOS OCEANOS

Ocupando cerca de 70% de nosso planeta, e muitas vezes esquecidos por nós, os oceanos têm fundamental importância quanto à manutenção da vida na Terra. Propiciando aproximadamente R$20,9 milhões em bens e serviços ao ano, contribuem quanto à estabilidade do clima, regulam a umidade, e abrigam os principais responsáveis pela produção de oxigênio: as algas. Diante disso, é perceptível o quanto deveriam ser respeitados.
Entretanto, a significativa redução da população de grandes predadores, superpopulação de celenterados, colapso da pesca e, inclusive, uma assombrosa concentração de plásticos nos oceanos; mostram que não estamos cumprindo bem nossa função de guardiões deste ambiente. Em nosso país, por exemplo, apenas 0,4% de áreas marinhas são protegidas, e cerca de 80% de seu estoque pesqueiro estão ameaçados.
Sabendo disso, é importante que percebam que estes problemas são o resultado do comportamento altamente predatório que nossa espécie ainda insiste em reproduzir, aliado à falta de políticas públicas efetivas que contemplem esta realidade. Reconhecer este fato é uma forma de refletirmos sobre nossos hábitos e também escolher bem e cobrar daqueles que escolhemos para serem nossos representantes.
O que ele poderia fazer para contribuir na conservação dos oceanos?
Abaixo, algumas possíveis respostas:
- não deixar lixo nas praias;
- evitar o uso de produtos plásticos (veja sobre este assunto no texto “Poluição”);
- não comprar peixes ameaçados;
- não construir ilegalmente em áreas costeiras;
- pressionar o governo para que a conservação dos oceanos seja também uma prioridade.
Por Maria Alves
Graduada em Biologia


sexta-feira, 8 de março de 2019

O iluminismo

Resumo - O Iluminismo - Pensadores e características

O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas)  e pregava maior liberdade econômica e política.

Este movimento promoveu mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.

O Iluminismo tinha o apoio da burguesia, pois os pensadores e os burgueses tinham interesses comuns.
Iluminismo: Exercícios e características.
As críticas do movimento ao Antigo Regime eram em vários aspectos como:
- Mercantilismo. 
- Absolutismo monárquico.
- Poder da igreja e as verdades reveladas pela fé.
Com base nos três pontos  acima, podemos afirmar que o Iluminismo defendia:
- A liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do estado na economia.
- O Antropocentrismo, ou seja, o avanço da ciência e da razão.
- O predomínio da burguesia e seus ideais.

As ideias liberais do Iluminismo se disseminaram rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo - ou mesmo a cabeça -, passaram a aceitar algumas ideias iluministas.
Estes reis eram denominados Déspotas Esclarecidos, pois tentavam conciliar o jeito de governar absolutista com as ideias de progresso iluministas.
Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.
Alguns pensadores ficaram famosos e tiveram destaque por suas obras e ideias neste período. São eles:

John Locke

John Locke é Considerado o “pai do Iluminismo”. Sua principal obra foi “Ensaio sobre o entendimento humano”, aonde Locke defende a razão afirmando que a nossa mente é como uma tábula rasa sem nenhuma ideia. 

Defendeu a liberdade dos cidadãos e Condenou o absolutismo.

Voltaire

François Marie Arouet Voltaire destacou-se pelas críticas feitas ao clero católico, à inflexibilidade religiosa e à prepotência dos poderosos.

Montesquieu

Charles de Secondat Montesquieu em sua obra “O espírito das leis” defendeu a tripartição de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

No entanto, Montesquieu não era a favor de um governo burguês. Sua simpatia política inclinava-se para uma monarquia moderada.

Rousseau

Jean-Jacques Rousseau é autor da obra “O contrato social”, na qual afirma que o soberano deveria dirigir o Estado conforme a vontade do povo. Apenas um Estado com bases democráticas teria condições de oferecer igualdade jurídica a todos os cidadãos. Rousseau destacou-se também como defensor da pequena burguesia.

Quesnay

François Quesnay foi o representante oficial da fisiocracia. Os fisiocratas pregavam um capitalismo agrário sem a interferência do Estado.

Adam Smith

Adam Smith foi o principal representante de um conjunto de ideias denominado liberalismo econômico, o qual é composto pelo seguinte:
- o Estado é legitimamente poderoso se for rico;
- para enriquecer, o Estado necessita expandir as atividades econômicas capitalistas;
- para expandir as atividades capitalistas, o Estado deve dar liberdade econômica e política para os grupos particulares.
A principal obra de Smith foi “A riqueza das nações”, na qual ele defende que a economia deveria ser conduzida pelo livre jogo da oferta e da procura.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Fotossíntese dúvida de um sabiá

SEXTO ANO - Fotossíntese, dúvida de um sabiá






Fernanda Reinert, Departamento de Botânica, Universidade Federal do Rio de Janeiro.


Sempre achei que se o sabiá pudesse falar ele um dia soltaria uma pergunta daquelas bem cabeludas. Basta olhar para ele parado no galho, mexendo o pescocinho de um lado pro outro, que tenho a sensação de que esse passarinho está matutando alguma coisa. Outro dia, tinha um com uma minhoca pendurada no bico pousado na raiz de uma árvore, olhando para cima, para a parte das folhas. Parecia que ele, pronto para almoçar a sua presa, se perguntava: “Eu vôo de lá pra cá para beber água e conseguir o que comer e essa árvore, que nunca sai do lugar, cresce e, ainda, dá flores e frutos. Como isso é possível? Do que será que ela se alimenta?”

Depois que eu inventei essa pergunta para justificar a impressão de curioso que o sabiá sempre me passou, decidi que a árvore também poderia ter o dom da palavra e dar algumas explicações para ajudar o sabiá a esclarecer suas dúvidas. Essa conversa ficou assim...

‐ Ora, ora, sabiá, quer dizer que você não sabe como eu consigo energia para crescer?

‐ É isso mesmo que me intriga. Vivo às voltas procurando sementes e minhocas para mim e para os meus filhotes. E a senhora aí parada faz o que para conseguir tudo?

‐ Bem, meu caro, eu faço fotossíntese.

‐ Foto... o quê?!

‐FO-TOS-SÍN-TE-SE. Esta parece ser uma palavra nova para você. Vou explicar, então. Meu corpo é dividido em três partes: folhas, tronco e raízes. As raízes sempre crescem na direção das partes mais úmidas do solo. Então, a água do solo sobe pelas raízes através de canais muito fininhos que possuo e vai seguindo pelo o tronco até chegar às folhas, flores e frutos. Mas isso ainda não é a fotossíntese. Meu alimento eu mesma produzo.

‐ Como assim?????

‐ Não precisa se espantar porque não é difícil de entender. Eu uso ingredientes muito comuns para fazer fotossíntese: a luz do sol, a água e o gás carbônico, que está no ar e é invisível. Depois, junto os minerais e tenho o alimento que preciso. Os minerais vêem junto com a água, porque eles estão no solo. Não é possível ver esses minerais a olho nu porque eles são muito pequenos, muito menores que um grão de areia.

‐ Sei, sei...

‐ Então, ao mesmo tempo em que a água vai subindo pelo tronco, as folhas fazem o trabalho de capturar a luz do sol.

‐ Como assim “capturam a luz”?

‐ Olha, as folhas, assim como qualquer outra parte do meu corpo ou do seu, são formadas de várias células ‐ outras estruturas que só pode ver ao microscópio. Dentro das minhas folhas tem clorofila, substância que faz o trabalho de absorver a luz. É por causa da clorofila que minhas folhas são verdes também. Mas nem tudo que é verde tem clorofila, viu?

‐ Ah, bom! Eu já ia perguntar se meu amigo papagaio era cheio de clorofila.

‐ Não, não. Animais não têm clorofila. Mas, como eu ia dizendo, minhas folhas são como uma fábrica de energia. Elas é que capturam a luz, juntam água e gás carbônico, produzindo tudo o que preciso para crescer. Isso é fotossíntese.

‐ Então, a energia do sol vai para todas as partes do seu corpo?

‐ Do meu e, depois, do seu também, quando você se alimenta de plantas.

‐ Uau! Então vou encontrar esses tais minerais, beber água e tomar um banho de sol. Assim nunca mais vou precisar buscar sementes e minhocas.

‐ Sabiá, você é esperto, mas às vezes dá umas mancadas...

‐ Por quê?

‐ Porque somos diferentes, meu amigo emplumado. Lembra que acabei de dizer que nem tudo que é verde tem clorofila? Nossos corpos não se assemelham em nada. Animais e plantas desenvolveram maneiras diferentes de conseguir seu alimento. Alguns fazem coisas que outros não conseguem. Pense comigo: peixes podem nadar, mas não voam alto como você. Em vez de asas, eles têm nadadeiras. Nós, plantas, temos coisas que vocês pássaros não têm.

‐ É, mas e os aviões?

‐ Você é mesmo danado. Aviões são máquinas e nós, seres vivos. Eles também precisam de energia para voar, mas a energia deles vem do combustível. Essa é uma outra história, a qual eu não sou lá a mais habilitada para explicar. Pergunte sobre isso aos humanos. Quer dizer, isso se você conseguir se fazer entender, porque eu aposto que ao ouvir você piando, eles vão lhe dar alpiste, achando que você está reclamando por comida!


Com uma gargalhada daquelas, a árvore e o sabiá encerraram a conversa. Mas prometeram voltar a se falar porque, afinal, ainda tinham muito o que descobrir juntos!